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Honda aposta no motor 1.5 aspirado por confiabilidade e normas futuras

No mercado brasileiro, há a grande aposta nos motores menores e turbo. Enquanto isso, a Honda aumenta o uso do 1.5 aspirado, agora no WR-V, com foco na manutenção futura e em como este motor vai se comportar com normas cada vez mais rígidas de emissões em nosso mercado. 

A preferência da Honda por motores aspirados de quatro cilindros, com corrente metálica para o acionamento do comando de válvulas, não é apenas uma questão de tradição, mas sim de confiabilidade de longo prazo, eficiência e aderência às normas de emissão que já estão em vigor e às que virão nos próximos anos. O motor 1.5 i-VTEC utilizado por City, WR-V e HR-V foi projetado para cumprir exigências ambientais futuras sem necessidade de aumento de cilindrada ou atualizações estruturais — algo que rivais com motores menores e turbo precisarão enfrentar em breve.

Enquanto boa parte do segmento aposta em motores 1.0 e 1.2 turbo — geralmente com três cilindros — a Honda defende que essa estratégia não prioriza confiabilidade nem eficiência a longo prazo. A marca entende que muitos desses motores precisarão ser ampliados (para 1.2 ou até 1.5 litro) para atender às próximas normas de emissões.

A escolha pela configuração 1.5 aspirada também está ligada à experiência recente da marca. Em 2021, Honda deixou de fabricar Fit, Civic, City e HR-V da geração anterior por não terem sido projetados para evoluções regulatórias brasileiras — fato que não deve se repetir com a nova família de motores.

A corrente de distribuição não exige manutenção específica, bastando seguir os serviços programados. Não há lubrificação dedicada nem necessidade de tensionamento. Casos de táxis com mais de 500 mil km usando o mesmo conjunto foram citados como exemplo de durabilidade.

A escolha do câmbio CVT também foi bastante pensada. A caixa é a que melhor se adapta aos motores da marca, oferecendo eficiência e comportamento previsível, especialmente para uso urbano e familiar.  As CVTs mais novas da marca incluem simulação de sete marchas no kickdown e sistema de reduções antecipadas para aproveitar o freio-motor em descidas e frenagens.

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